sábado, 16 de abril de 2011

Gabarito da prova do 1° Ano

1.    Complete os espaços com as palavras adequadas.
Os alimentos fornecem __matéria-prima_ para a construção, o crescimento e a manutenção dos seres vivos. Entretanto, alguns tipos de alimentos também atuam como __combustível__ para as células, a fim de que estas tenham energia  para a realização de suas atividades biológicas. Quanto à maneira de obtenção dos alimentos, os seres podem ser classificados em __autótrofos_ e ___heterótrofos___. Os primeiros ___produzem__ seu próprio alimento, por meio da fotossíntese. Os demais obtêm alimentos por meio da cadeia alimentar.

2.    O que é metabolismo?
Conjunto de reações químicas responsáveis pelos processos de síntese (anabolismo) e degradação (catabolismo) dos nutrientes na célula.

3.    Marque V para as verdadeiras e F para as falsas. Justifique as falsas.
a.    ( F ) A respiração aeróbica fornece oxigênio e ácido pirúvico como produtos finais da oxidação de moléculas orgânicas como, por exemplo, a glicose.
Fornece ATP, CO2 e água.
b.    ( V  ) Se o fitoplâncton desaparecesse do mar, a cadeia do ecossistema perderia o elo principal, o que comprometeria a existência dos consumidores que dependem dele para sobreviver.
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c.    (  V ) Para que os elementos químicos possam circular por um ecossistema é necessário que fungos e bactérias convertam compostos complexos dos seres vivos, após sua morte, em compostos mais simples.
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d.    (  F  ) Para que um ecossistema se mantenha, é indispensável a presença de herbívoros do terceiro nível trófico e de carnívoros, que se encontram na base da cadeia alimentar, ocupando o quarto nível trófico.
Herbívoros ocupam o segundo nível trófico e carnívoros o terceiro nível trófico. Na base da cadeia alimentar estão os produtores.

4.    Associe a coluna da esquerda com a da direita:
a.    Água
b.    Sais minerais
c.    Cárie, bócio e anemia
d.    Carboidratos
e.    Monossacarídeos
f.     Dissacarídeos
g.    Polissacarídeos
h.    Lipídeos
i.      Glicerídeos
j.      Colesterol

(  a  ) Solvente de compostos corpóreos
(  b  ) Componentes estruturais de moléculas
(  c ) Flúor na água, iodo no sal e medicamentos com ferro
( d ) Carbono, hidrogênio e oxigênio
( e ) Galactose, frutose, glicose, ribose e desoxirribose
( f ) Sacarose, lactose e maltose
( g ) Amido, celulose e glicogênio
( h ) Solúveis em benzina, éter e álcool
( i ) Gordura animal e óleo comestível
( j ) Precursor de testosterona e progesterona


5.    A respeito das enzimas, podem ser feitas todas as afirmações abaixo, com exceção de uma. Assinale essa afirmação.
a)    São proteínas com estrutura terciária e executam diferentes papéis biológicos;
b)    Agem sobre substâncias específicas, denominadas substratos, catalisando reações biológicas;
c)    São produzidas por células, por meio de ligações entre aminoácios, denominadas de ligações peptídicas;
d)    São insensíveis às mudanças de temperatura e de pH, pois suas estrutura terciária é muito resistente;
e)    Para que atuem, é necessário que os substratos se “encaixem” formando um complexo semelhante ao sistema “chave-fechadura”.

6.    O soro antitetânico e a vacina antitetânica conferem imunidade, respectivamente:
a)    Transitória e transitória;
b)    Prolongada e transitória;
c)    Prolongada e prolongada;
d)    Transitória e prolongada;
e)    Transitória e permanente.

BOA PROVA!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Replicação, transcrição e tradução

Replicação do DNA
Quando uma célula se reproduz, ela passa todas as suas informações para as células-filhas. Antes que isso aconteça, porém, ela deve primeiro replicar seu DNA, ou fazer uma cópia dele. O local onde ocorre a replicação do DNA depende de as células serem procarióticas ou eucarióticas. A replicação do DNA ocorre no citoplasma dos procariotos e no núcleo dos eucariotos. Independentemente de onde ocorre a replicação do DNA, o processo básico é o mesmo.
A estrutura do DNA presta-se facilmente para a sua replicação. Cada lado da dupla hélice segue direções opostas (anti-paralelas). O interessante é que ela pode partir-se ao meio e cada lado pode servir como um padrão ou modelo para o outro lado (chamada de replicação semiconservativa). Entretanto, o DNA não se abre inteiramente. Ele se abre em uma pequena área chamada de bifurcação de replicação, que segue por toda a extensão da molécula.

A dupla hélice do DNA desenrola-se e cada lado serve como modelo para fazer uma nova molécula
Vejamos:
  1. Uma enzima chamada DNA-girase desenrola (deselicoidiza) o DNA.
  2. A enzima girase (topoisomerase em procariontes) também mantém a deselicoidização do DNA.
  3. A enzima helicase quebra as pontes de hidrogênio que ligam as bases nitrogenadas complementares, o que separa as fitas da dupla hélice.
  4. Proteínas chamadas de SSB (single strand binding - ligação em um filamento) mantêm a integridade dos filamentos abertos.
  5. Enzima complexa, a DNA-polimerase "anda" pelos filamentos do ácido desoxirribonucléico e acrescenta novos nucleotídeos a cada filamento. Os nucleotídeos fazem par com os nucleotídeos complementares no filamento existente (A com T, G com C).
  6. Uma subunidade do DNA-polimerase revisa o novo DNA.
  7. Uma enzima chamada DNA-ligase fecha os fragmentos em um longo filamento contínuo.
  8. As novas cópias automaticamente se enrolam novamente.

Tipos diferentes de células replicam seu DNA em diferentes taxas. Algumas células se dividem constantemente, como as dos cabelos e das unhas e as células da medula óssea. Outras células passam por vários ciclos de divisão celular e param (incluindo as células especializadas, como as do cérebro, músculo e coração). Finalmente, algumas células param de se dividir, mas podem ser induzidas à divisão para reparar lesões (como as células da pele e as do fígado). Nas células que não se dividem constantemente, os avisos para a replicação do DNA/divisão celular vêm em forma de substâncias químicas. Essas substâncias podem originar-se de outras partes do corpo (hormônios) ou do ambiente.
Em cada molécula, há um filamento antigo, que pertence à molécula-mãe, e um novo que se formou sobre o antigo. Cada filamento antigo atuou como molde, já que sua sequência de bases funcionou como "guia" para a produção da fita nova. Por isso, o processo de duplicação é chamado de semiconservativo, já que cada molécula- filha conserva metade da molécula-mãe.
O DNA duplica-se, permitindo a distribuição de informação hereditária idêntica por células-filhas e descendentes. Por outro lado, o DNA faz RNA o que é chamado de transcrição. O RNA, no citoplasma, comanda a síntese de proteínas, processo denominado tradução. Vejamos:






Transcrição

Para que ocorra transcrição deve acontecer os seguintes fenômenos:
a) Presença de uma enzima: a RNA polimerase;
b) As pontes de hidrogênio se desfaçam; as duas fitas de DNA se afastem;
c) Nucleotídeos livres de RNA encaixem-se apenas numa das fitas de DNA, chamada fita ativa;
d) A molécula de RNA (fita única) destaque-se de seu molde de DNA e migre para o citoplasma;
e) As duas fitas de DNA tornem a parear, reconstituindo a molécula original.

Lembre-se, em um eucarioto, o DNA nunca deixa o núcleo, de modo que suas informações devem ser copiadas. Esse processo de cópia é chamado de transcrição, e a cópia, de mRNA. A transcrição ocorre no citoplasma (procarioto) ou no núcleo (eucarioto).
A transcrição é realizada por uma enzima chamada RNA-polimerase. Para formar o RNAm, o RNA-polimerase:
1. Liga-se ao filamento de DNA em uma seqüência específica do gene chamada promotor
2. Desenrola e desprende os dois filamentos de DNA
3. Utiliza um dos dois filamentos de DNA como guia ou modelo
4. Corresponde os novos nucleotídeos a seus complementos no filamento de DNA (G com C, A com U - lembre-se de que o RNA possui uracila (U), e não timina (T))
5. Une esses novos nucleotídeos de RNA para formar uma cópia complementar do filamento de DNA (RNAm)
6. Interrompe quando encontra uma seqüência de terminação de bases (códon de terminação)
O RNAm é formado por um filamento (contrário do DNA, que forma espirais em duplo filamento complementares). Nos procariotos, todos os nucleotídeos no RNAm fazem parte dos códons para a nova proteína. Entretanto, nos eucariotos existem seqüências extras no DNA e no RNAm, que não codificam proteínas, chamadas íntrons.
Depois de formado, o RNAm é, então, mais processado:
• os íntrons são recortados
• as seqüências de codificação se unem
• a "capa" de um nucleotídeo especial – nucleotídeo metilado - é acrescentada à extremidade inicial, para impedir que exonucleases – enzimas que degradam ácidos nucléicos localizadas no citoplasma, destruam o RNA.
• uma longa cauda com 100 a 200 nucleotídeos de adenina é acrescentada a outra extremidade
A cópia em atividade da seqüência (RNAm) agora deve ir para o local da construção, onde os trabalhadores criarão a nova proteína. Se a célula for procariótica, como uma bactéria E. coli, então, o local é o citoplasma. Se a célula for eucariótica, como a célula humana, então, o mRNA deixa o núcleo através de grandes furos na membrana nuclear (poros nucleares) e segue para o retículo endoplasmático, no citoplasma.





Tradução (síntese de proteínas)

O DNA presente no núcleo controla toda a síntese de proteínas da célula. Esse controle é efetuado por meio de moléculas de RNA que o DNA fabrica e que passam para o citoplasma. No processo de síntese de proteínas participam três tipos de RNA:
a) RNA ribossômico (RNAr): ocorre associado a proteínas formando os ribossomos;
b) RNA mensageiro (RNAm): formado por um filamento simples que contém várias sequências de três bases nitrogenadas. Cada conjunto de três bases é chamado códon. A sequência de códons determina a sequência de aminoácidos da proteína;
c) RNA transportador (RNAt): é o menor RNA da célula. Tem o formato de folha de trevo e em uma extremidade livre de sua molécula possui sempre a seguinte sequência de bases nitrogenadas: ACC. É nesse local que ocorre associação com o aminoácido. Em outra região da molécula existe uma sequência de três bases denominadas anticódon, que reconhece a posição do aminoácido no RNAm, unindo o seu anticódon ao códon do RNAm.
A tradução ocorre em três etapas sucessivas: iniciação, alongamento e terminação. O códon de iniciação é sempre o mesmo, AUG, e corresponde ao aminoácido metionina. No processo de iniciação a porção menor do ribossomo associa-se ao RNAt da metionina e juntos passam a percorrer a molécula de RNAm até encontrar o códon AUG. Quando o encontram, a subunidade maior do ribossomo une-se à subunidade menor. No ribossomo existem dois sítios A (onde há entrada do aminoácido) e sítio P (onde fica o polipeptídeo em formação). O RNAt da metionina fica associado ao sítio P do ribossomo, e o sítio A nesse momento permanece vazio. A metionina é, portanto, o primeiro aminoácido da cadeia polipeptídica.
Tem início agora a etapa de alongamento. Um RNAt de aminoácido que corresponda ao códon seguinte do RNAm encaixa-se no sítio A. Estabelece-se uma ligação peptídica entre os dois aminoácidos, e o RNAt da metionina solta-se. O ribossomo desloca-se no RNAm e os dois aminoácidos unidos passam a ocupar o sítio P, ficando o sítio A vazio.
Essa sequência de eventos ocorre até que o ribossomo encontre um dos três códons de terminação: UAG, UAA ou UGA. Na fase de terminação, o sítio A é ocupado por proteínas citoplasmáticas que se ligam diretamente ao códon de terminação do RNAm. O polipeptídeo é liberado do ribossomo, as subunidades maior e menor dissociam-se e há liberação do RNAm. A metionina do início da cadeia pode ser removida ou ficar fazendo parte do polipeptídeo.
Um mesmo RNAm, entretanto, pode ser traduzido por vários ribossomos. Vários ribossomos assim dispostos em uma molécula de RNAm formam o polissomo ou polirribossomo. Os ribossomos livres no citosol são responsáveis pela síntese de proteínas que vão atuar no citosol, no núcleo ou nas mitocôndrias. Os ribossomos ligados ao retículo granuloso vão produzir proteínas que irão para o complexo golgiense, vesículas secretoras, lisossomos e vacúolos.

DNA e Cromossomos

CROMOSSOMOS

Conceito:
Cromossomos (Kroma=cor, soma=corpo) são filamentos espiralados de cromatina, existente no suco nuclear de todas as células, que coram intensivamente com uso de corante citológico (carmin acético, orceína acética, reativo de Schiff), composto por DNA e proteínas, sendo observável à microscopia de luz durante a divisão celular.

Constituição
Em células em intérfase não se observam a microscopia de luz, os cromossomos individualizados. Percebe-se no núcleo apenas o conjunto dos cromossomos formando uma massa denominada cromatina. A cromatina é constituída de nucleoproteínas (RNA e DNA em maior parte), além de proteínas globulares, fosfatídeos e elementos minerais tais como cálcio e magnésio. Ela pode se apresentar sob a forma de eucromatina ou de heterocromatina. A heterocromatina é a parte mais condensada e de maior coloração por corantes básicos em núcleos interfásicos, entretanto parece estar relacionada com menor atividade gênica.









DNA-Histonas

Outro aspecto importante é a associação entre DNA e histonas. As histonas formam um complexo juntamente com os grupos fosfatados do DNA carregados negativamente. As histonas são carregadas positivamente, sendo conhecidas por "proteínas básicas". As cargas positivas são fornecidas por uma alta proporção de aminoácidos lisina e arginina. Algumas histonas são denominadas "ricas em lisina" e outras "ricas em arginina". Em geral são encontradas somente nos organismos em que a diferenciação celular ocorre (eucariotas). São distinguidas, em função da proporção lisina/arginina, cinco diferentes tipos de histonas (H1, 2 H2A, 2 H2B e 2 H3). As propriedades das histonas, além de causar um aumento do diâmetro do DNA, mudam também as propriedades físicas do DNA. A temperatura de fusão (temperatura na qual os fios de DNA mudam da forma de hélice dupla regular para a forma de fio simples) é bastante aumentada.

Propriedades do DNA
*      Se auto-reproduzem durante as divisões nucleares conservando suas propriedades morfológicas e fisiológicas.
*      São entidades permanentes no núcleo. Células em condições de inanição apresentam número de cromossomos constante.
*      Absorvem luz ultravioleta
*      Nos diplóides, cada cromossomo tem seu homólogo.

Estrutura
Em sua estrutura, o cromossomo apresenta a unidade estrutural filamentosa de DNA que se apresenta em forma de espiral, sendo envolvido por uma substância protéica denominada matriz. Destacam-se as seguintes partes:
*      Cromômeros- A cromatina não é um filamento uniforme, mas apresenta em toda sua extensão engrossamentos bastante irregulares com aspectos de granulações (Cromômeros). Seu tamanho e localização são constantes para cada cromossomo.
*      Cromatídeos - É o resultado da divisão longitudinal do cromossomo durante a divisão celular.
*      Centrômero- Constrição primária que divide o cromossomo em dois braços e influi no movimento durante a divisão celular. Comumente há um centrômero por cromossomo, mas existem organismos dicêntricos ou policêntricos.
*      Satélite - Porção terminal de material cromossômico separado do cromossomo por uma constrição secundária.
*      Zona SAT - Região relacionada com a formação do nucléolo durante a telófase.
O estudo da morfologia dos cromossomos por fixação e coloração básica é mais fácil durante a metáfase e anáfase da divisão celular, pois os filamentos apresentam-se mais compactos e condensados.



Os cromossomos se distinguem quanto ao tamanho, classificando-se como longos (> 10 µM), médios (4-8 µM) e curtos (< 2 µM).
Metacêntrico: Centrômero mediano (no meio).
Acrocêntrico: Centrômero próximo de um dos extremos do cromossomo.
Telocêntrico: Centrômero estritamente terminal. O cromossomo tem um único braço.
Submetacêntrico: Centrômero próximo do meio.
Cromossomos homólogos além de ter mesmo tamanho e manter a mesma posição relativa dos centrômero, apresentam mesma posição de constrições secundárias, presença de satélites e distribuição de cromômeros.
 

Cromossomos Sexuais e Autossômicos
Outro fato importante é a distinção, em certas espécies, dos cromossomos autossomais e sexuais. Assim, por exemplo, nos machos de algumas espécies, incluindo a espécie humana, o sexo está associado a um par de cromossomos morfologicamente diferente de seu homólogo (heteromórfico). Esses cromossomos são designados por X e Y. Os demais cromossomos são denominados de autossomais, morfologicamente iguais.

Número de Cromossomos

O número de cromossomos é, em geral, constante para os indivíduos de uma mesma espécie. O número básico de cromossomos da espécie ou o conjunto completo de cromossomos diferentes é denominado por genoma. Assim, o genoma humano é representado por 23 cromossomos. Em organismos diplóides, as células somáticas apresentam 2n cromossomos no qual n veio de seu genitor feminino e os n restantes do genitor masculino. Pelo processo meiótico, formam-se gametas com n cromossomos. Assim, o estado haplóide, ou gamético, quando a espécie de referência é diplóide, contém o genoma da espécie. Espécies poliplóides, como, por exemplo, o trigo hexaplóide (6x = 42) têm em seus gametas mais de um genoma, conforme ilustrado a seguir:
Célula
Esp. Humana
Drosophila
Trigo
Somática
2x=46
2x=8
6x = 42
Gametas (n)
n = 23
n = 4
n = 21
Genoma (x)
x =23
x = 4
x = 7
O número de cromossomos não tem relação direta com a posição da espécie no esquema de classificação filogenético. Por exemplo:
Espécie
Número de Cromossomos
Humana
46
Milho
20
Ervilha
14
Drosophila
8
Dália
64
Tatu
64
Cavalo
64

DNA recombinante

Galera, segue link para um site interessante sobre o DNA recombinante. Vale a pena conferir!

http://www.enq.ufsc.br/labs/probio/disc_eng_bioq/trabalhos_pos2004/dna/index.htm

domingo, 3 de abril de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

Distribuição dos Anexos


Galera do 3° ano

ANEXO
Peixes
Anfíbios
Répteis
Aves
Mamíferos
Saco Vitelínico
X
X
X
X
X
Âmnion


X
X
X
Córion


X
X
X
Alantóide


X
X
X
Placenta




X